quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Bem vindo. 2020.
Começamos os trabalhos,  em 3 de fevereiro. Muitas novidades, para este novo ano.
A equipe de Geografia.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

A queda de braço pelo óleo nas praias do Nordeste continua.

O improviso e a lentidão das autoridades vêm marcando o combate às manchas de poluição

quinta-feira, 26 de setembro de 2019



A importância de uma biblioteca

   Uma biblioteca, sempre é importante. Muito importante. E, é muito importante, na medida em que é circulante e em que é freqüentada. Ou na medida em que seus livros são consultados. Essa importância atinge seu clímax, quando quem cuida do setor é alguém que gosta de ler. Alguém que orienta e sugere leituras. Os bibliotecários das escolas estão sempre disponíveis para o empréstimo de livros e, inclusive para apresentar sugestões, em consonância com interesses de pesquisas, que complementam as informações de salas de aulas. 
  Ao longo de minha vida profissional, no exercício da missão de professor, trabalhei em unidade escolar do Sesi, onde, entre minhas obrigações, cuidava da biblioteca, dentro de uma missão, muito específica: Curso de Orientação de Leitura. Esse Curso tinha uma missão peculiar, ou seja: os alunos retiravam livros e, depois, ao devolvê-los participavam de reunião, para comentar o livro e tirar dúvidas. Ao lado dessa tarefa, discutia-se muito. Havia, também, tratativa do noticiário da Imprensa.
  Anteriormente a essa fase, fui aluno do Estadão. Estive entre os que foram alunos do Professor João Tortelo e, com ele tive uma ampla visão da importância do livro. E, mais. A biblioteca do Estadão era dirigida pelo bibliotecário Adail Odin de Arruda. Ia com freqüência à biblioteca e, com ele, Adail, trocava idéias sobre livros e, muitos dos quais li, sugeridos por ele. Ele era elétrico, rápido no raciocínio.   Posteriormente, bem posteriormente, vim, a saber, também, que ele foi um grande maçom, com o mesmo perfil de energia e liderança. É um exemplo e referencial nos meios maçônicos até hoje.
Em Sorocaba não se pode falar de livros, sem que se faça menção ao histórico Gabinete de Leitura Sorocabano, fundado em 13 de janeiro de 1867, por alemães e pelo húngaro Luiz Matheus Maylasky.   Interessante o espírito prático do estatuto redigido por ele: poderiam ser sócias, todas as pessoas sem distinção de nacionalidade, de profissão honrada, de bons costumes, maiores de 18 anos. Os menores poderiam ser apresentados pelos pais ou tutores. Estatutariamente observa-se que jornais e dicionários não poderiam sair da sede. Seus fundadores, além de Maylasky, foram: Joaquim Pereira de Castro Vasconcellos, Virgílio Augusto de Aguiar e Manoel F. Lallemant.


  O maior historiador de Sorocaba (exemplo consumado de humildade cristã) Aluísio de Almeida, diz em seu livro Sorocaba: três Séculos de História que com a formação dessa primeira diretoria, desaparecia o caráter alemão da sociedade que se tornava nitidamente sorocabana e, é hoje uma das glórias de Sorocaba. Uma das melhores bibliotecas do interior do Estado. Tive honra de ser diretor de biblioteca dessa instituição, quando a mesma foi presidida pelo saudoso mestre e saudoso amigo, Dr. José Pereira Cardoso.
Sorocaba tem atualmente excelente acervo reunido em bibliotecas que se espalham pela cidade, a partir de unidades escolares, além de se dar, também, destaque e referencial em relação àquelas que integram
Bibliotecas das Universidades e de outras instituições, inclusive, Lojas Maçônicas. Um outro aspecto interessante e de oportunidade, é que no terminal de ônibus da Avenida Afonso Vergueiro, também há um serviço de biblioteca, destinado ao atendimento dos que ali tomam condução. Uma experiência corajosa. Seu êxito depende, e muito, da própria maturidade de seus consultantes. Como modesto observador do cotidiano de Sorocaba, almejamos que o corajoso projeto dê certo.
Esse rápido bosquejo traduz a importância que as bibliotecas têm dentro da comunidade.
Bem a propósito desse tema, há algum tempo, um companheiro de ideal, Paulo Maurício Guimarães de Andrade, escreveu para O Esquadro, afirmando que a Biblioteca antecedeu o próprio livro, através de papiros. A mais antiga data de 2000 anos a.C. Já imaginaram os leitores, o que significa isto, em termos de cultura? Posto isto, consta que essa Biblioteca foi organizada em Mênfis, fundada pelo Rei Osimandias, em 2000, antes do nascimento de Cristo
A biblioteca tem uma importância histórica. Importância incrível, fantástica e extraordinária. Não obstante a referência à biblioteca de Mênfis, ainda registra-se que a História destaca como a de grande importância, também, a que foi instituída em Alexandria, por Ptolomeu Sóter (General de Alexandre, O Grande). Essa Biblioteca chegou a reunir 700.000 volumes e sofreu três incêndios, um dos quais quando a cidade foi atacada pelas tropas de Júlio César, em 46 antes de Cristo.
No rol deste tema registra-se dentro da modernidade, que a Biblioteca do Congresso Nacional dos Estados Unidos, foi criada em 24 de abril de 1800 e, conta com mais de 110 milhões de itens, dispondo de um quadro de 5.000 funcionários.
Biblioteca dinâmica é sinal visível e de cultura. A afirmação é óbvia em tempos em que se valoriza, resumos. O hábito da leitura não é muito cultivado. O que se quer é resumo. É a esperteza das cópias. A importância da Biblioteca é minimizada, por muitos.


Pesquisas desenvolvidas nessa área levam a registrar que grandes Bibliotecas Públicas existem em Nova York, em Boston e a do Museu Britânico, a Lênin (Moscou), a Nacional de Paris e a do Vaticano. No Brasil, a Biblioteca mais antiga é a Nacional, situada no Rio de Janeiro. Ela foi instituída em 1811 e, seu acervo há alguns anos era de 10 milhões de livros.
Dentro da perspectiva histórica da Biblioteca, destaca-se a do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. É considerada, tecnicamente, uma das maiores do país, no que diz respeito às finanças. E, de grande importância, também, é a do Grande Oriente do Brasil/ Brasília. Segundo consta, esse espaço tem todas as condições de conforto, para os que lá se dirigem para desenvolver trabalhos de pesquisa de temática maçônica.
Ao longo do tempo os Grãos-Mestres Gerais, sensíveis à importância do acervo cultural, têm investido na aquisição de obras que propiciam qualidade à formação de maçons. A Biblioteca é do GOB é digna de sua importância

Essa Biblioteca tem grande catálogo de editoras especializadas em publicações maçônicas, entre as quais A Trolha, Gazeta Maçônica, Madras e Aurora, totalizando 358 títulos. A este acervo some-se ainda 530, originárias da Kessinger Publications dos Estados Unidos da América, onde estão incluídas obras raríssimas.

Nesse contexto consideram-se a Enciclopédia Britânica e a coleção completa de Os Pensadores, além de dicionários de vários idiomas, entre os quais a Bíblia – a Vulgata – de Jerusalém, além de Livros como o Alcorão e o Torah. Sempre na perspectiva de atender aos que gostam de leitura, há que se considerar no GOB, a coletânea integral de anuários da mais antiga Loja Maçônica de Pesquisa do Mundo, que é a Quatuor Coronati Lodge, de Londres, cujo primeiro volume é do ano de 1886.

De outro lado enfatiza-se a importância de cuidadoso e detalhado trabalho de catalogação, utilizando-se modernas técnicas de comunicação, através da Informática. Todas essas técnicas propiciam um atendimento de longa distância, dentro do contexto de Brasil. A técnica em questão reflete aspecto de modernidade, através da amplitude que se nos oferece a Informática. Essa dinâmica aumentou de forma considerável, a qualidade do atendimento para os que fazem da Cultura fonte inesgotável de conhecimento.

Agora, o que é o óbvio, é que as pessoas não façam desse valioso recurso, oportunidade de mau gosto, o que acaba por implicar o comprometimento de metas de trabalho sério. Muito sério. O que deve fazer é estimular, sempre, a consulta, valorizando-a como fator de qualidade e de crescimento cultural. Esse processo todo tem o grande mérito e condão de ser educativo, propiciando crescimento intelectual e de ordem espiritual. É nesse particular que entra o decisivo papel do Professor, enquanto valioso colaborador do crescimento da sociedade como um todo

Fazendo um pequeno e breve parênteses na seqüência deste artigo, a figura do Professor deve ser sempre respeitada. Ele é, em nossa opinião, a dinâmica do crescimento e da sedimentação de uma Nação. Infelizmente o professorado não é prestigiado e valorizado como seria uma meta ideal. Sem essa valorização e motivação, o que acaba por ser comprometida é a qualidade do ensino, tendo como vítima primária o aluno. Ao trabalho do professor ao vivo e a cores, a Informática hoje é, também, fator de importância para a Educação.
Na perspectiva deste tema ao lado do Gabinete de Leitura Sorocabano, há que se considerar e destacar, por oportuno e por ser de justiça, a Biblioteca Pública Municipal, que se situa no Alto da Boa Vista, nas proximidades do Palácio dos Tropeiros. Essa Biblioteca é um primor. Dentro da amplitude das obras que se constituem em um acervo de grande importância, some-se, por ser, também de relevância, a qualidade do atendimento.
Por ser de justiça e por propiciar atendimento de qualidade, temos a levar em consideração a Biblioteca Infantil, que funciona na Rua da Penha e, a Biblioteca do Parque Municipal Quinzinho de Barros. Acrescente-se a estas, a da Casa de Aluísio de Almeida, as de nossas Universidades e estabelecimentos de ensino e classistas.
Esse conjunto é um importante instrumental de cultura, disponível à população. Agora, por derradeiro, consideramos o exemplo do Cidadão Pedro Alves de Souza, catador de materiais recicláveis, que recolhe livros do lixo e montou uma Biblioteca e empresta livros para a vizinhança. É exemplo superior de vida. Merece lembrança e homenagem. Por testemunho, exemplo de vida ele sabe, a importância de uma Biblioteca. É assim que se fazem grandes os pequenos. Parabéns.

Fonte:
Notícia publicada na pag.2 do Caderno A, do Jornal Cruzeiro do Sul, em 23/06/2008 

A EQUIPE DE GEOGRAFIA






A importância da Superação 

É importante toda manifestação - individual ou coletiva - que possa representar superação positiva de problemas ou de obstáculos. Essa superação na sua óbvia positividade enriquece procedimentos e estimula o crescimento de pessoas, com um ganho inegável para o social, o que nunca é demais, ressaltar. Vale pelo exemplo que, cada um pode aplicar em sua própria vida, sobretudo, sem sentir, na base de todo entusiasmo, o passar dos anos.
Toda situação positiva de superação, é digna de registro e de lembrança e, nunca é demais enfatizar-se, porque muita gente desiste de ideais e até mesmo da sua vocação, à vista de primeiras dificuldades. Isto acontece, de forma invariável ao início de atividades profissionais, em um mercado de trabalho que, cada dia que passa, torna-se mais competitivo e desafiante. Sempre. Nessa competitividade, vencem os que acreditam, vencem os que, entusiasmados, superam barreiras, que pareciam intransponíveis. Estes são aqueles que insistem, sempre. Superam e desafiam, inclusive, o passar do tempo. Vale enfatizar.
Muita gente precisa de exemplos para motivar a vida e procurar caminhos novos e encontrar estímulos para o cotidiano. O que nunca se deve perder - em hipótese alguma - é a perspectiva do positivo. Vale insistir, vale perseverar. É fator inequívoco de verdadeira higiene mental
E, exemplos, surgem em todas as partes do mundo, porque o entusiasmo faz parte da personalidade do ser humano. A superação é virtude marcante e própria dos vencedores. Daqueles que superam dificuldades, porque entendem e acreditam que, com esse procedimento, tornam-se vencedores. E, a partir daí, surge a eficácia pedagógica do bom exemplo. E, hoje, como sempre, a eficácia dessa situação, é de boa e saudável praxe.

Nisso reside, a perspectiva pedagógica, dado que muita gente, desiste, desanima-se, diante de pequenas coisas e de insucessos. É preciso continuar, insistir em coisas boas e de alta positividade.
Muitos perseveram, enfrentam as dificuldades com muita garra. E, fatos dessa natureza, devem ser divulgados porque são estimulantes. E, nessa perspectiva, a mídia internacional, registrou que "na Para-Olimpíada de Londres, um ex-piloto de Fórmula 1 e bicampeão da Indy - Alessandro Zanardi - voltou a triunfar em uma pista".
Esse registro, até poderia passar despercebido, não fosse à circunstância de que esse esportista perdeu as pernas em 2001, em um acidente. Atualmente é campeão, na modalidade ciclística, que usa as mãos para competir em Paralimpíada. Obviamente, apenas esse registro já serve, para um aspecto concreto de grande valor moral.

Essa situação indubitavelmente é pedagógica, faz sentido, diante da realidade de que, muita gente, por problemas bem menores, desiste de lutar. Prefere aceitar o desafio do problema pela inação, quando não, ficar a mercê da caridade e da solidariedade das pessoas. Pessoas que lutam e que reagem, diante dessas circunstâncias, são merecedoras de respeito e, porque não dizer, ainda, consideração. E, mesmo uma simples ajuda respeitosa, em sendo o caso. É uma expressiva forma de concretizar um elevado ideal de vida. Além de uma força de vontade extraordinária, vencendo desafios de toda ordem

Essa situação indubitavelmente é pedagógica, faz sentido, diante da realidade de que, muita gente, por problemas bem menores, desiste de lutar. Prefere aceitar o desafio do problema pela inação, quando não, ficar a mercê da caridade e da solidariedade das pessoas. Pessoas que lutam e que reagem, diante dessas circunstâncias, são merecedoras de respeito e, porque não dizer, ainda, consideração. E, mesmo uma simples ajuda respeitosa, em sendo o caso. É uma expressiva forma de concretizar um elevado ideal de vida. Além de uma força de vontade extraordinária, vencendo desafios de toda ordem.
Ainda focando essa competição esportiva, outras provas surpreendentes, onde estavam em cena, corredores que apresentavam total deficiência visual.
A particularidade é que eles, os deficientes, corriam, juntamente com monitores, unidos por firmes braceletes. Já imaginaram os leitores, a dificuldade que isso representa, face à necessária e indispensável sincronia de movimentos, que naturalmente, tem que ser perfeita? A dupla não pode ter nenhum tipo de dúvida ou embaraço, sob pena de comprometer o resultado final da competição. Há uma íntima reciprocidade de confiança.

Esse tipo de competição, mostra como podem as pessoas viver em harmonia, em sociedade. Basta que haja compreensão e boa vontade, entre as partes, envolvidas nesse contexto social.

Louvável, sob todos os títulos, é a legislação que ampara aquelas pessoas que são portadoras de necessidades especiais, assegurando-lhes o justo e necessário direito de exercer, dignamente uma profissão. É uma oportunidade valiosa e de grande inserção social.

Outro exemplo de cumprimento à legislação é a atenção dos profissionais de transporte coletivo. Eles têm uma preocupação especial com os cadeirantes. Ao verificarem a presença de um deles no ponto de ônibus, acionam um dispositivo, que rebaixa o degrau e o mesmo é colocado no coletivo, pelo próprio motorista, com segurança, em um espaço especial.

Essas circunstâncias especiais abrem perspectivas de inserção para as pessoas, onde é relevante - insistimos - a convivência humana. Considere-se, ainda, a importância do passado, viva da melhor forma possível, o presente, mas, veja com esperança o amanhã.

 10/09/12 Jornalista - Advogado -  Dr  João Dias de Souza Filho Jornal-Cruzeiro do Sul















terça-feira, 24 de setembro de 2019


Setembro amarelo - mês da prevenção do suicídio
Setembro Amarelo é o mês (de 1 a 30 de setembro) dedicado à prevenção do suicídio. Trata-se de uma campanha, que teve início no Brasil em 2015, e que visa conscientizar as pessoas sobre o suicídio, bem como evitar o seu acontecimento.
É nesse mês que no dia 10 se comemora o dia mundial de prevenção do suicídio.
Ao mesmo tempo em que há muita discussão sobre o tema e que são organizadas caminhadas, durante esse mês alguns locais são decorados com a cor amarela. Assim, já foram iluminados de amarelo o Cristo Redentor, o Congresso nacional , a Catedral e o Paço Municipal de Fortaleza, entre outros.
   
                                                                                                                                          Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, iluminado de amarelo para alertar sobre a prevenção do suicídio.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 32 pessoas se suicidam por dia no Brasil, o que significa que o suicídio mata mais brasileiros do que doenças como a AIDS e o câncer.
O assunto é envolto em tabus, por isso, a organização da campanha acredita que falar sobre o mesmo é uma forma de entender quem passa por situações que levem à ideias suicidas, podendo ser ajudadas a partir do momento em que as mesmas são identificadas.
As situações que levam a esse fim podem surgir de quadros de depressão, bem como do consumo de drogas.
É por isso que “Falar é a melhor solução” é o slogan da campanha, cujos envolvidos na sua organização acreditam que conscientizando as pessoas podem prevenir 9 em cada 10 situações de atos suicidas.
Origem do setembro Amarelo
O setembro Amarelo começou nos EUA, quando o jovem Mike Emme, de 17 anos, cometeu suicídio, em 1994.
Mike era um rapaz muito habilidoso e restaurou um automóvel Mustang 68, pintando-o de amarelo. Por conta disso, ficou conhecido como "Mustang Mike". Seus pais e amigos não perceberam que o jovem tinha sérios problemas psicológicos e não conseguiram evitar sua morte.
No dia do velório, foi feita uma cesta com muitos cartões decorados com fitas amarelas. Dentro deles tinha a mensagem "Se você precisar, peça ajuda.". A iniciativa foi o estopim para um movimento importante de prevenção ao suicídio, pois os cartões chegaram realmente às mãos de pessoas que precisavam de apoio.
Laço amarelo
Em consequência dessa triste história, foi escolhido como símbolo da luta contra o suicídio, o laço amarelo.
Outras campanhas de saúde, como o Outubro rosa e Novembro azul, também utilizam cores como forma de alerta e de identificação sobre as questões que abordam.
Se pensar em suicídio busque ajuda
É importante que as pessoas que estejam passando por momentos de crise busquem ajuda. O ideal é um acompanhamento psicológico, além do apoio da família e dos amigos. Para isso, é essencial que as pessoas consigam falar sobre o que sentem.
Se você estiver com sérios problemas e chegar a considerar o suicídio, pode procurar ajuda entrando em contato com o Centro de Valorização à Vida (CVV).
Esse é um projeto que fornece apoio emocional e prevenção do suicídio. Através de telefone, e-mail e chat 24 horas todos os dias da semana, eles atendem de forma voluntária e gratuita todos que precisam conversar. O serviço é totalmente sigiloso.
O site do CVV é www.cvv.org.br.
Frases de prevenção ao suicídio
“Não desista, vá em frente, sempre há uma chance de você tropeçar em algo maravilhoso.” (Charles F. Kettering)
“Enfrente a vida e não desista dela, a vida não pode parar, sempre haverá um sonho para se realizar.” (Amanda Moreira da Silva Dias)
“Não desista do amor, não desista de amar, não se entregue à dor, porque ela um dia vai passar…” (Padre Fábio de Melo)
A EQUIPE DE GEOGRAFIA 
24/09/2019

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

O processo de industrialização do Brasil

O desenvolvimento das atividades agrícolas, principalmente a cafeicultura no Centro Sul, criou condições não só para a sua expansão, mas, na crise, para o aparecimento e desenvolvimento das atividades industriais.
As primeiras industrias surgiram no país no início do século XX e eram basicamente indústrias de consumo de bens não duráveis (alimentícias, têxteis). Impulsos de ordem econômica, como a dificuldade do país em importar devido à crise  do preço dos produtos agrícolas, e de ordem política favorecem a industrialização após 1930. Esse processo de industrialização se fez à base de "substituição  de importações", no qual o Brasil importava o equipamento do exterior e passava a fazer os produtos internamente.
As dificuldades em importar, aliadas à necessidade de manter a produção industrial, durante  o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), impulsionaram o aparecimento das primeiras industrias de base, destacando-se a siderúrgica de Volta Redonda (1947 - início de atividades) e a criação da grande estatal brasileira a PETROBRAS.
A partir da década de 1950, começa a ser montado no Brasil um importante e diversificado parque industrial. O Brasil, que até então tinha basicamente indústrias tradicionais ou de bens de consumo não duráveis (indústrias alimentícias, têxteis, de vestuários e outras), inaugura indústrias  básicas de bens de produção, como siderúrgicas, petroquímicas e mecânicas, que permitiram, nos anos subbsequentes, a ampliação das indústrias modernas ou de bens de consumo duráveis (automóveis e eletrodomésticos mais sofisticados). O Estado,com o financiamento  público e por meio de suas empresas, preenche "vazios da economia" investindo na montagem, não só da infraestrutura básica, como estradas, portos, usinas hidrelétricas, mas também ornando-se empresário, controlando as principais indústrias de bens de produção, sobretudo as siderúrgicas e petroquímicas. A política de incentivos fiscais , de câmbio e outras vantagens (mão de obra barata, mercado consumidor emergente, infraestrutura já montada) oferecidas pelo governo atraiu investimentos diretos das empresas transnacionais que montaram, no Brasil, suas subsidiárias, principalmente no setor de indústrias modernas ou de bens de consumo duráveis, a partir da segunda metade da década de 1950.
Secundariamente, as empresas transnacionais investiram e controlaram indústrias de bens de consumo tradicionais ou não duráveis, setor dominado por empresas privadas nacionais, em sua maioria indústrias de pequeno e médio porte.
Nos anos 1980, torna-se cada vez mais evidente o esgotamento de um padrão de desenvolvimento  baseado na grande presença do Estado, não só como regulador e provedor, ma sobre tudo como empresário-produtor.
O chamado modelo do Estado Nacional Desenvolvimentista, que lançou as bases da industrialização do Brasil, com forte estatização da economia, está falido e esgotado.
A crise da década de 1980 foi responsável pelo estrangulamento da capacidade de investimento do Estado.
A falta de recursos se reflete no sucateamento de parcelas importantes da infraestrutura produtiva.
Paralisado pela dívida, o Estado se empenha em transferir parte de seu aparelho produtivo à iniciativa privada, caracterizando a inserção do Brasil no modelo neoliberal de economia , a partir de 1990.
Apesar da diversidade e complexidade, a industria brasileira ainda é dependente da importação de bens de produção, insumos básicos e, sobretudo de tecnologia estrangeira.


Dicas para o ENEM.
Data: 26/08/2019
Horário: 15:52 

A EQUIPE DE GEOGRAFIA 
DICA PARA O ENEM-FUVEST- VESTIBULARES NO GERAL- 2020 

Brasil - Estrutura Industria

País não desenvolvido industrializado.

O Brasil destaca-se entre os países não desenvolvidos que tiveram um rápido processo de industrialização após a Segunda Guerra Mundial, período marcado por intenso crescimento da produção, do comércio e dos investimentos internacionais. Essa dinâmica de internacionalização de mercados e de capitais foi comandada pelas grandes corporações multinacionais, as empresas, transnacionais que na sua expansão para o mundo subdesenvolvido, constituíram uma economia de alcance cada vez maior, bem como engendraram  o que se convencionou chamar de Nova Divisão do Trabalho.
Nesse contexto, avança  e intensifica-se  a industrialização brasileira marcada pelas presenças dominantes do Estado e das corporações multinacionais, que aprofundam a vinculação do processo industrial do país ao mercado financeiro internacional, com os investimentos transnacionais e padrões tecnológicos sofisticados.
A importação de insumos e de tecnologia para a expansão das indústrias de bens de consumo duráveis controladas pelas multinacionais, como a indústria automobilística , chamada "o carro-chefe da indústria", levou o Brasil a uma grande dependência financeira e tecnológica estrangeira.
Um mercado interno reduzido poder aquisitivo (para poucos privilegiados) e a necessidade de captar recursos para pagar os déficits crescentes das balanças  de pagamentos forçaram a busca desesperada do mercado externo, "exportar é o que importa".
Isso resultou, e síntese, no que se chamou de modelo de subdesenvolvimento industrializado maduro.
Subdesenvolvido por apresentar grande parte da população sem participação nos frutos do do grande crescimento econômico , ocorrendo altos índices de subconsumo, subemprego, enfim, baixo padrão de vida.
Maduro por ter um país uma estrutura industrial, bastante, volumosa, diversificada,complexa e crescentemente oligopolizada.


Postado às 13:54 
Data: 26/08/2019